FAQ

Tire aqui todas as suas dúvidas.

Orelhas

O que é Microtia?

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A microtia é uma malformação congênita que se caracteriza pelo subdesenvolvimento da orelha externa, variando de uma orelha pequena e com formato incomum até a ausência quase completa da orelha (anotia). É frequentemente unilateral (afetando apenas uma orelha) e pode estar associada a problemas de audição, já que o canal auditivo também pode ser subdesenvolvido ou ausente. O tratamento geralmente envolve a reconstrução da orelha por meio de cirurgia plástica, utilizando cartilagem da própria costela do paciente ou implantes sintéticos.

O que são Orelhas Proeminentes (Orelhas de Abano)?

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As orelhas proeminentes, popularmente conhecidas como orelhas de abano, são uma condição estética comum onde a orelha se projeta para fora da cabeça em um ângulo maior que o normal. Isso ocorre devido a um subdesenvolvimento ou ausência da dobra anti-hélice, que é a cartilagem que ajuda a manter a orelha próxima à cabeça. A correção é realizada por meio de uma cirurgia chamada otoplastia, que reposiciona a cartilagem e cria a dobra necessária, resultando em uma aparência mais natural.

O que são Orelhas Constritas (Orelhas em taça)?

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As orelhas constritas são uma malformação rara em que a parte superior da orelha (hélice) é enrugada ou dobra-se para baixo, dando a impressão de que a orelha está “encapsulada”. Essa condição pode ser leve ou grave e, em alguns casos, o tecido cartilaginoso é excessivo ou tem um formato incomum. O tratamento é cirúrgico e visa remodelar e expandir o tecido cartilaginoso para restaurar o formato natural da orelha.

 

O que são Orelhas de Stahl?

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As orelhas de Stahl são caracterizadas por uma dobra de cartilagem anormal na parte superior da orelha, que geralmente cria um formato pontiagudo, lembrando uma “orelha de duende” ou “Spock”. A malformação é causada por uma dobra extra da cartilagem, resultando em um formato triangular. O tratamento é cirúrgico, onde o cirurgião remodela a cartilagem para remover a dobra adicional e restaurar o contorno normal da orelha.

O que é Macrotia?

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A macrotia é o oposto da microtia, caracterizando-se por uma orelha externa excessivamente grande em comparação com o tamanho da cabeça. Essa condição é puramente estética e não afeta a audição. O tratamento é a cirurgia de redução da orelha, onde o cirurgião remove o excesso de pele e cartilagem para reduzir o tamanho da orelha, proporcionando uma aparência mais equilibrada com o rosto.

Quais as causas das malformações?

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As malformações de orelha, que podem ser leves ou graves, são causadas por uma combinação de fatores genéticos e ambientais, ou até mesmo por uma origem desconhecida. É importante saber que essas condições são congênitas, ou seja, o bebê já nasce com elas. As causas podem ser divididas em dois tipos principais:

Fatores Genéticos
Algumas malformações de orelha são resultado de mutações genéticas, que podem ser herdadas dos pais ou acontecer de forma espontânea. Em muitos casos, a malformação na orelha é parte de uma síndrome mais ampla, que afeta outras partes do corpo, como a Síndrome de Treacher Collins, a Síndrome de Goldenhar e a Síndrome de Down.

Fatores Ambientais
Esses fatores são chamados de teratógenos — substâncias ou agentes externos que podem prejudicar o desenvolvimento do bebê durante a gestação. A exposição da mãe a alguns deles, especialmente nos primeiros meses de gravidez, pode aumentar o risco de malformações, incluindo as de orelha. Entre os principais fatores ambientais estão:

Uso de certas substâncias: Álcool, tabaco e algumas drogas.
Medicamentos: Remédios como o ácido retinóico e a talidomida.
Doenças maternas: Algumas infecções, como a rubéola, e condições como o diabetes.

Como as malformações afetam a audição?

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A malformação da orelha pode afetar a audição de várias maneiras, dependendo da área do ouvido que é atingida. As principais avaliações para entender o impacto são as do canal auditivo externo e da cóclea (ouvido interno).

Canal Auditivo Externo: Malformações como a atresia (ausência ou fechamento do canal) ou a microtia (subdesenvolvimento da orelha externa) impedem que as ondas sonoras cheguem ao tímpano. Isso causa uma perda auditiva condutiva, onde o som é abafado e com dificuldade de ser transmitido para o ouvido interno.

Cóclea (Ouvido Interno): Embora a cóclea frequentemente esteja bem desenvolvida mesmo em casos de malformações externas, a avaliação é crucial. Em alguns casos, a malformação pode incluir a própria cóclea, resultando em uma perda auditiva neurossensorial. Este tipo de perda é mais grave, pois afeta as células responsáveis por converter o som em sinais elétricos para o cérebro.

O tipo e o grau de perda auditiva variam muito. Por isso, a avaliação detalhada por um especialista, como exames de imagem e audiometria, é fundamental para um diagnóstico preciso e para a definição do tratamento adequado, que pode incluir aparelhos auditivos ou, em casos específicos, implantes cocleares.

 

Quais os tratamentos disponíveis para as malformações?

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O tratamento de malformações de orelha pode variar bastante dependendo do tipo e da gravidade da deformidade. As principais abordagens incluem:

Tratamentos Cirúrgicos: São a opção mais comum e definitiva. As cirurgias de reconstrução da orelha (otoplastia) utilizam, na maioria dos casos, a própria cartilagem da pessoa para remodelar a orelha. Também é possível usar próteses feitas de materiais como o polietileno poroso para reconstruir a orelha.

Aparelhos Auditivos: Em casos em que há perda de audição associada à malformação (principalmente na orelha externa e média), os aparelhos auditivos podem ser indicados para melhorar a capacidade auditiva. As próteses ancoradas no osso são uma opção comum para desviar o som pela via óssea, contornando a malformação.

Tratamentos Não Cirúrgicos (Modelagem): Em recém-nascidos, a modelagem da orelha com moldes e fitas pode corrigir algumas deformidades leves de forma não invasiva, aproveitando a maleabilidade da cartilagem nessa fase da vida.

As malformações podem afetar outras partes do corpo?

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Sim, malformações de orelha podem estar associadas a outras anomalias e síndromes. Elas podem ser um sinal de problemas no desenvolvimento de outras partes do corpo, como rins, coração, coluna e face. Por isso, a avaliação de um médico especialista é importante para verificar se existem outras condições que precisam de acompanhamento.

Qual a diferença entre Malformação e Deformação?

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É interessante entender a diferença entre malformação e deformação. Malformação: É um problema na formação da orelha, com a falta de algum elemento anatômico. Geralmente, tem uma causa genética. Já na deformação, a orelha se formou corretamente, mas foi amassada ou alterada por fatores mecânicos durante a gestação, como a posição do bebê no útero ou a pressão da placenta. Nesses casos, a causa não é genética.

Cranioestenoses

O que é cranioestenose?

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A cranioestenose é o fechamento precoce de uma ou mais suturas cranianas (as linhas de junção entre os ossos do crânio). Isso impede o crescimento normal do crânio, podendo levar a alterações na forma da cabeça e, em alguns casos, afetar o desenvolvimento cerebral.

Quais são os tipos de cranioestenose?

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A cranioestenose pode ser classificada em não sindrômica (isolada) e sindrômica.
A cranioestenose não sindrômica envolve apenas a fusão precoce de suturas cranianas, enquanto a sindrômica está associada a síndromes genéticas que afetam outras partes do corpo. Os tipos mais comuns incluem escafocefalia (crânio alongado), plagiocefalia (assimetria do crânio), trigonocefalia (testa triangular) e braquicefalia (crânio curto e largo).

Quais são as causas da cranioestenose?

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A causa da cranioestenose não sindrômica nem sempre é conhecida, mas pode haver uma combinação de fatores genéticos e ambientais. A cranioestenose sindrômica é causada por alterações genéticas específicas associadas a síndromes genéticas. Outros fatores, como posição fetal, idade materna avançada, tabagismo e uso de certos medicamentos durante a gravidez, também podem aumentar o risco.

Como é feito o diagnóstico da cranioestenose?

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O diagnóstico geralmente é feito por meio de exame físico, observando a forma da cabeça do bebê e a palpação das suturas cranianas.
A medição do perímetro cefálico e a avaliação do desenvolvimento são importantes. Exames de imagem, como tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM), podem ser necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de fechamento das suturas.