{"id":1620,"date":"2017-01-20T22:40:17","date_gmt":"2017-01-21T00:40:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.clariceabreu.com.br\/?p=1620"},"modified":"2025-08-12T23:26:14","modified_gmt":"2025-08-12T23:26:14","slug":"cranioestenoses-ou-craniossinostoses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clariceabreu.com.br\/es\/cranioestenoses-ou-craniossinostoses\/","title":{"rendered":"Cranioestenoses ou Craniossinostoses"},"content":{"rendered":"<p>El cr\u00e1neo no est\u00e1 formado por un solo hueso, como un casco, sino por \"placas\" \u00f3seas unidas entre s\u00ed por unas l\u00edneas llamadas suturas. Las suturas craneales est\u00e1n ah\u00ed para ayudar a dar forma a la cabeza durante el parto y tambi\u00e9n para dar forma a la cabeza en crecimiento. Act\u00faan como zonas de expansi\u00f3n que permiten que el cerebro crezca dentro del cr\u00e1neo. Normalmente, las suturas se fusionan cuando el cr\u00e1neo ha terminado de crecer; sin embargo, en algunos casos se fusionan antes del nacimiento, provocando cambios en la forma de la cabeza.<\/p>\n\n\n\n<p>La craneostenosis o craneosinostosis se caracteriza por la fusi\u00f3n prematura de una o varias suturas craneales, lo que provoca una deformaci\u00f3n del cr\u00e1neo y puede ser responsable de un conflicto de crecimiento entre el cr\u00e1neo y el cerebro, que a veces provoca una hipertensi\u00f3n intracraneal cr\u00f3nica. Este conflicto puede dejar secuelas, sobre todo visuales y mentales.<\/p>\n\n\n\n<p>Las principales suturas craneales son: la sutura sagital, las suturas coronales, la sutura met\u00f3pica y las suturas lambdoideas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image size-full wp-image-239\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/cranioestenoses-1.jpg\" class=\"wp-image-239\"\/><figcaption>Esquema mostrando as suturas cranianas normais (abertas)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Es importante se\u00f1alar que la simple alteraci\u00f3n de la forma del cr\u00e1neo no caracteriza la craneoestenosis. En realidad, la principal causa de deformaci\u00f3n del cr\u00e1neo est\u00e1 relacionada con fuerzas de compresi\u00f3n externas, a menudo asociadas a una posici\u00f3n viciosa del beb\u00e9 en la cama. Esta alteraci\u00f3n se conoce como plagiocefalia posicional, tratada en otro apartado, en la que el cr\u00e1neo est\u00e1 deformado pero las suturas craneales est\u00e1n abiertas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Causas de cranioestenoses<\/h2>\n\n\n\n<p>O mecanismo que causa a fus\u00e3o prematura de uma sutura craniana \u00e9 pouco conhecido. Existe, no entanto, uma hip\u00f3tese relacionada \u00e0 constri\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a fetal dentro do \u00fatero. Essa constri\u00e7\u00e3o pode estar associada a uma posi\u00e7\u00e3o inadequada do beb\u00ea no \u00fatero, que prejudicaria a movimenta\u00e7\u00e3o de sua cabe\u00e7a levando a uma press\u00e3o continuada sobre o cr\u00e2nio. A press\u00e3o externa cont\u00ednua sobre o cr\u00e2nio, por sua vez, restringiria a capacidade das suturas cranianas de se expandirem com o crescimento do c\u00e9rebro. Quando uma sutura n\u00e3o \u00e9 capaz de expandir, ela acaba se fundindo precocemente. Fala a favor dessa hip\u00f3tese o fato de haver uma maior incid\u00eancia de cranioestenoses em pacientes g\u00eameos.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra raz\u00e3o para o desenvolvimento de uma cranioestenose est\u00e1 relacionada a altera\u00e7\u00f5es nos genes da crian\u00e7a. Fala a favor de um componente gen\u00e9tico o fato de existirem cerca de 8% de formas familiares de cranioestenoses, com alguns cromossomos espec\u00edficos relacionados. No entanto, cabe ressaltar que a grande maioria dos casos de cranioestenose com acometimento de uma \u00fanica sutura ocorre de forma espor\u00e1dica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Diagnosticando uma cranioestenose<\/h3>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico de uma cranioestenose, na grande maioria dos casos, pode ser feito com o exame cl\u00ednico do beb\u00ea, com a simples observa\u00e7\u00e3o da morfologia craniofacial. Geralmente, quando uma \u00fanica sutura se fecha, ocorre uma diminui\u00e7\u00e3o do crescimento na \u00e1rea da sutura acometida, com um crescimento compensat\u00f3rio nas \u00e1reas das outras suturas. Esse crescimento compensat\u00f3rio das demais suturas produz as formas caracter\u00edsticas dos cr\u00e2nios que observamos nos pacientes com cranioestenoses.<\/p>\n\n\n\n<p>A confirma\u00e7\u00e3o da suspeita cl\u00ednica pode ser feita com a solicita\u00e7\u00e3o de radiografias simples do cr\u00e2nio, que v\u00e3o mostrar a \u00e1rea da sutura fechada. Outro exame de imagem que pode ser solicitado \u00e9 a tomografia computadorizada do cr\u00e2nio. Trata-se do melhor exame para confirmar se uma sutura est\u00e1 aberta ou fechada. A tomografia permite uma excelente an\u00e1lise das modifica\u00e7\u00f5es da base do cr\u00e2nio e das \u00f3rbitas, principalmente nos raros casos em que o exame f\u00edsico apresenta altera\u00e7\u00f5es muito sutis ou ainda quando h\u00e1 suspeita de fechamento de mais de uma sutura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Problemas relacionados \u00e0 fus\u00e3o prematura de uma sutura craniana<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Existe muita controv\u00e9rsia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s consequ\u00eancias que o fechamento precoce de uma \u00fanica sutura craniana pode causar. Alguns estudos mostram uma taxa mais alta de altera\u00e7\u00f5es de desenvolvimento e comportamento em crian\u00e7as com cranioestenoses, no entanto os m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o s\u00e3o question\u00e1veis, principalmente pela dificuldade de se avaliar a intelig\u00eancia em crian\u00e7as muito novas.<\/p>\n\n\n\n<p>O que diversos estudos j\u00e1 comprovaram \u00e9 que ocorre um aumento da press\u00e3o intracraniana em um percentual vari\u00e1vel de crian\u00e7as com cranioestenoses n\u00e3o operadas. Na medida em que \u00e9 devida a um conflito de crescimento entre o enc\u00e9falo e o cr\u00e2nio, a hipertens\u00e3o intracraniana nas cranioestenoses \u00e9 cr\u00f4nica e raramente atinge valores muito elevados, a menos que uma doen\u00e7a intercorrente venha a lhe agravar (traumatismo craniano, doen\u00e7a infecciosa, etc). Ela quase nunca representa uma amea\u00e7a a vida. Da mesma forma, as suas manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas s\u00e3o raramente completas, frequentemente reduzidas \u00e0s cefal\u00e9ias ou ainda completamente ausentes.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><a href=\"http:\/\/materiais.clariceabreu.com.br\/doencas-e-malformacoes-que-afetam-as-criancas-e-seus-tratamentos-possiveis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/520x219.png\" class=\"wp-image-383\"\/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o da hipertens\u00e3o intracraniana \u00e9 geralmente feita atrav\u00e9s de medidas indiretas, como o exame de fundo de olho, que pode mostrar sofrimento do nervo \u00f3ptico, e as radiografias de cr\u00e2nio, que podem mostrar impress\u00f5es digitiformes (impress\u00f5es das circunvolun\u00e7\u00f5es cerebrais, ou seja, do relevo do c\u00e9rebro) sobre o cr\u00e2nio. No entanto, a normalidade do fundo de olho n\u00e3o permite excluir uma hipertens\u00e3o intracraniana, que pode ser apenas reconhecida realizando um registro de press\u00e3o com a ajuda de um sensor extradural colocado ao n\u00edvel da calota craniana.<\/p>\n\n\n\n<p>La hipertensi\u00f3n intracraneal es m\u00e1s frecuente cuando hay m\u00e1s suturas implicadas. Adem\u00e1s, su frecuencia aumenta con la edad: en la mayor\u00eda de las craneoestenosis, la hipertensi\u00f3n intracraneal es dos veces m\u00e1s frecuente despu\u00e9s del a\u00f1o de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso notar que as correla\u00e7\u00f5es entre hipertens\u00e3o intracraniana medida por registro, exame de fundo de olho e radiografias do cr\u00e2nio s\u00e3o muito ruins. Entre as crian\u00e7as com uma hipertens\u00e3o intracraniana comprovada, mais de 2\/3 t\u00eam um fundo de olho normal e cerca de 1\/3 n\u00e3o apresentam impress\u00f5es digitiformes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acometimento visual<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A diminui\u00e7\u00e3o da acuidade visual \u00e9 consequ\u00eancia do sofrimento do nervo \u00f3ptico devido \u00e0 hipertens\u00e3o intracraniana. A sua frequ\u00eancia real n\u00e3o \u00e9 bem conhecida porque a acuidade visual \u00e9 dif\u00edcil de ser avaliada em crian\u00e7as pequenas. Para compensar, o edema papilar e a atrofia \u00f3ptica s\u00e3o pesquisados sistematicamente e sua frequ\u00eancia pode ser determinada. Pode-se observar que a sua frequ\u00eancia \u00e9 compar\u00e1vel \u00e0 da hipertens\u00e3o intracraniana, sendo mais comum nas cranioestenoses m\u00faltiplas. Da mesma forma, a frequ\u00eancia de acometimento papilar aumenta consideravelmente ap\u00f3s um ano de idade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acometimento intelectual<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O estudo sistem\u00e1tico das perfomances intelectuais de crian\u00e7as acometidas por cranioestenoses mostra que, como para a hipertens\u00e3o intracraniana e o acometimento papilar, as formas afetando m\u00faltiplas suturas apresentam um acometimento intelectual maior que as outras. Assim, as braquicefalias, as formas complexas e as formas sindr\u00f4micas s\u00e3o deste ponto de vista particularmente graves.<br>Por outro lado, e paralelamente a evolu\u00e7\u00e3o da press\u00e3o intracraniana, deve ser enfatizado que a frequ\u00eancia do acometimento mental aumenta com a idade, em quase todos os tipos de cranioestenoses. Esse acometimento \u00e9 muitas vezes observado atrav\u00e9s de pequenos atrasos de desenvolvimento e aprendizado, observados pelos pr\u00f3prios pais, em compara\u00e7\u00e3o com crian\u00e7as da mesma idade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00bfEs necesario operar la craneostenosis?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Existe muita controv\u00e9rsia em rela\u00e7\u00e3o ao tratamento cir\u00fargico das cranioestenoses. H\u00e1 uma discuss\u00e3o entre a necessidade ou n\u00e3o de cirurgia, a idade ideal para se operar e qual a melhor t\u00e9cnica operat\u00f3ria. Poucos centros especializados consideram que n\u00e3o h\u00e1 necessidade de se operar as cranioestenoses com acometimento de sutura \u00fanica. Seus argumentos se baseiam no fato das demais suturas estarem abertas e propiciarem um crescimento compensat\u00f3rio do c\u00e9rebro. No entanto, quando se levam em considera\u00e7\u00e3o os estudos relativos ao crescimento cerebral e desenvolvimento cognitivo, aumento de press\u00e3o intracraniana e fluxo sangu\u00edneo cerebral, o pensamento atual \u00e9 que a maioria das crian\u00e7as vai precisar de tratamento cir\u00fargico. Embora o crescimento do c\u00e9rebro possa efetivamente ocorrer atrav\u00e9s das \u00e1reas das demais suturas, o fluxo sangu\u00edneo cerebral encontra-se diminu\u00eddo na \u00e1rea adjacente \u00e0 sutura comprometida. O quanto esse fluxo diminu\u00eddo vai acarretar em d\u00e9ficit cognitivo \u00e9 ainda dif\u00edcil de se determinar por se tratarem de pacientes muito jovens, cuja avalia\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica \u00e9 naturalmente mais complicada.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante esclarecer que a cirurgia n\u00e3o vai criar uma nova sutura funcionante. Uma vez que a sutura se encontra fechada, um novo centro de crescimento \u00f3sseo n\u00e3o pode ser criado. A cirurgia, no entanto, restabelece a forma e o tamanho adequado do cr\u00e2nio, o que provavelmente levar\u00e1 ao restabelecimento do fluxo sangu\u00edneo cerebral.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de toda essa quest\u00e3o funcional, as crian\u00e7as que n\u00e3o s\u00e3o operadas de cranioestenoses v\u00e3o apresentar deformidades cranianas de gravidade vari\u00e1vel e a sua apar\u00eancia pode ter um efeito profundo no desenvolvimento de sua personalidade, no seu desejo de interagir socialmente com seus semelhantes e at\u00e9 mesmo no seu desejo de ir para a escola.<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas quando o cr\u00e2nio est\u00e1 levemente envolvido, parece ser menos prov\u00e1vel que apresente impacto significativo sobre o c\u00e9rebro e sobre a apar\u00eancia. Nesses casos espec\u00edficos, a cirurgia pode n\u00e3o ser indicada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Classifica\u00e7\u00e3o das cranioestenoses conforme a sutura acometida<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>ESCAFOCEFALIA \u2013 SUTURA SAGITAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>La escafocefalia, tambi\u00e9n llamada dolicocefalia o clinocefalia, es una fusi\u00f3n prematura de la sutura sagital. Esta sutura atraviesa el cr\u00e1neo en sentido anteroposterior, comenzando en la fontanela anterior o bregma. En algunos casos, el \"lunar\" se cierra cuando esta sutura se ve afectada. Es la craneoestenosis m\u00e1s frecuente, con una incidencia de alrededor de 1 de cada 2.000 nacidos vivos y con mayor prevalencia en varones (en una proporci\u00f3n aproximada de 3,5:1). El cr\u00e1neo es exageradamente alargado en sentido anteroposterior y la regi\u00f3n parietal est\u00e1 transversalmente retra\u00edda. De perfil, la parte posterior del cr\u00e1neo es m\u00e1s baja que la anterior, a diferencia de un ni\u00f1o normal.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image size-full wp-image-240\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/craneostenoses_2e3.jpg\" class=\"wp-image-240\"\/><figcaption>Aspecto tomogr\u00e1fico da escafocefalia e esquema cl\u00ednico da deformidade craniana.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>TRIGONOCEFALIA \u2013 SUTURA MET\u00d3PICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>La trigonocefalia corresponde al cierre precoz de la sutura met\u00f3pica. La frente es estrecha, marcada por una cresta mediana y puntiaguda anteriormente como la proa de un barco, lo que da lugar a una forma triangular o de quilla caracter\u00edstica de la frente. Las jorobas frontales est\u00e1n borradas. Suele asociarse a hipotelorismo (aproximaci\u00f3n de las \u00f3rbitas) y a un estrechamiento de toda la cara. Es m\u00e1s frecuente en varones (2,5:1) y su incidencia oscila entre 1 de cada 2.500 y 1 de cada 3.500 nacimientos. Existe una correlaci\u00f3n entre la trigonocefalia y el uso de \u00e1cido valproico durante el embarazo. Es la craneoestenosis de sutura \u00fanica m\u00e1s com\u00fanmente asociada a anomal\u00edas cromos\u00f3micas y los estudios de resonancia magn\u00e9tica muestran una disminuci\u00f3n del flujo sangu\u00edneo cerebral en la zona frontal, lo que puede estar relacionado con los retrasos en el aprendizaje que se observan habitualmente en pacientes con esta craneoestenosis.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image size-full wp-image-241\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/craneostenoses_4.jpg\" class=\"wp-image-241\"\/><figcaption>Esquema e aspecto tomogr\u00e1fico de uma trigonocefalia, com fechamento precoce da sutura met\u00f3pica e aspecto triangular da fronte<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>PLAGIOCEFALIA \u2013 SUTURA CORONAL UNILATERAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>La plagiocefalia es una craneoestenosis que corresponde al cierre precoz de la sutura coronal unilateral. Se caracteriza por una asimetr\u00eda del cr\u00e1neo y de la cara, presentando una ascensi\u00f3n de la \u00f3rbita en el lado afectado, con desplazamiento de la nariz y un abombamiento frontal contralateral a la sutura comprometida. La asimetr\u00eda orbitaria es la caracter\u00edstica cl\u00ednica m\u00e1s llamativa y el diagn\u00f3stico puede hacerse mirando al ni\u00f1o desde arriba y observando la ascensi\u00f3n de una \u00f3rbita. En el examen radiogr\u00e1fico, esta alteraci\u00f3n se conoce como \"ojo de arlequ\u00edn\". La plagiocefalia tiene una incidencia aproximada de 1:3500 nacidos vivos, y es m\u00e1s frecuente en las mujeres, en una proporci\u00f3n de 2:1. En raras ocasiones, los ni\u00f1os con una sutura coronal fusionada pueden presentar una mutaci\u00f3n gen\u00e9tica que podr\u00eda significar una afecci\u00f3n denominada s\u00edndrome de Muenke.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image size-full wp-image-242\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/cranio1.jpg\" class=\"wp-image-242\"\/><figcaption>Esquema de uma plagiocefalia com fechamento precoce de uma das suturas coronais e aspecto tomogr\u00e1fico da \u00f3rbita em ascens\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image size-full wp-image-243\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/craneostenoses_61.jpg\" class=\"wp-image-243\"\/><figcaption>Esquema da Plagiocefalia com abaulamento assim\u00e9trico da regi\u00e3o frontal.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>BRAQUICEFALIA \u2013 SUTURA CORONAL BILATERAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A braquicefallia corresponde ao fechamento de ambas as suturas coronais, levando a um recuo frontal bilateral, predominando na parte supra-orbital. Em geral, o cr\u00e2nio \u00e9 retra\u00eddo anterior e posteriormente, levando a uma fronte curta com dorso nasal baixo e regi\u00e3o occipital aplainada, e alargado transversalmente. Esse alargamento transverso pode levar a um afastamento das \u00f3rbitas, chamado de hiperteleorbitismo. A sua incid\u00eancia \u00e9 ligeiramente maior no g\u00eanero feminino (1,7:1).<\/p>\n\n\n\n<p>O acometimento da sutura coronal bilateralmente \u00e9 muito comum nos casos de cranioestenoses sindr\u00f4micas, ou craniofacioestenoses, nos quais ocorre tamb\u00e9m um comprometimento da face com ou sem altera\u00e7\u00e3o de extremidades (m\u00e3os e p\u00e9s).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/craneostenoses_7.jpg\" class=\"wp-image-244\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image size-full wp-image-245\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/cranio2.jpg\" class=\"wp-image-245\"\/><figcaption>Esquema da braquicefalia, com achatamento \u00e2ntero-posterior do cr\u00e2nio e alargamento tranverso.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>PLAGIOCEFALIA POSTERIOR \u2013 SUTURA LAMBD\u00d3IDE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o cranioestenoses muito raras, que ocorrem pelo fechamento da sutura lambd\u00f3ide unilateral. Ocorre um achatamento do lado da sutura acometida, levando \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de uma bossa frontal contralateral compensat\u00f3ria. Geralmente se observa um deslocamento posterior da orelha no lado acometido. Sua incid\u00eancia \u00e9 desconhecida, mas estima-se que seja inferior a 1:50.000 nascidos vivos. Trata-se, portanto, de uma cranioestenose extremamente rara.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de ser infrequente, a import\u00e2ncia do seu diagn\u00f3stico reside, principalmente, no fato de fazer diagn\u00f3stico diferencial com a plagiocefalia posicional ou deformante, uma causa muito comum de deformidade craniana, geralmente associada a uma posi\u00e7\u00e3o viciosa do beb\u00ea no leito e que ser\u00e1 discutida em outro t\u00f3pico.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image size-full wp-image-246\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/cranio3.jpg\" class=\"wp-image-246\"\/><figcaption>Suturas lambd\u00f3ides assinaladas e esquema de uma plagiocefalia posterior mostrando o crescimento compensat\u00f3rio atrav\u00e9s das suturas n\u00e3o acometidas<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Tratamento das Cranioestenoses<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A primeira interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica para o tratamento de uma cranioestenose foi relatada em 1890 por Marie-Lannelongue. Desde ent\u00e3o, in\u00fameras t\u00e9cnicas cir\u00fargicas foram descritas, podendo ser divididas em tratamentos antigos, com craniectomias lineares sem remodelamento craniano e tratamentos mais modernos, com remodelamento craniano. Em todo caso, cabe ressaltar que nenhuma cirurgia \u00e9 capaz de criar uma nova sutura funcional, ou seja, uma vez que uma sutura se encontra fechada, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel criar um novo centro de crescimento craniano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Craniectomia linear<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os tratamentos mais antigos para as cranioestenoses com acometimento de uma \u00fanica sutura eram as craniectomias lineares descompressivas, que consistiam na ressec\u00e7\u00e3o de uma faixa de osso contendo a sutura acometida e \u00e1reas de osso normal adjacentes, com o objetivo de se liberar assim a restri\u00e7\u00e3o ao crescimento. No entanto, uma r\u00e1pida refus\u00e3o da \u00e1rea de ressec\u00e7\u00e3o \u00f3ssea geralmente ocorria, resultando em uma melhora muito limitada. Alguns cirurgi\u00f5es propuseram, ent\u00e3o, uma craniectomia mais extensa, com uma completa remo\u00e7\u00e3o do vertex do cr\u00e2nio, no entanto, a sua aplica\u00e7\u00e3o se restringe a pacientes muito jovens, dentro dos 3 a 4 meses de idade, quando a capacidade de reossifica\u00e7\u00e3o da dura m\u00e1ter \u00e9 maior.<\/p>\n\n\n\n<p>A craniectomia linear n\u00e3o exerce remodelamento craniano adicional e esse s\u00f3 ocorre se o crescimento cerebral expandir o osso segmentado suficientemente antes que ocorra a reossifica\u00e7\u00e3o do defeito. Quando \u00e9 realizada isoladamente, geralmente n\u00e3o normaliza a forma do cr\u00e2nio, o que aumenta a chance de uma segunda cirurgia vir a ser necess\u00e1ria para corrigir novamente a deformidade.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image size-full wp-image-247\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/cranio4.jpg\" class=\"wp-image-247\"\/><figcaption>Craniectomias lineares removendo as \u00e1reas de suturas comprometidas sem remodelamento craniano.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Remodelamento craniano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma alternativa aos procedimentos de ressec\u00e7\u00f5es lineares que n\u00e3o corrigiam completamente a forma anormal do cr\u00e2nio \u00e9 o remodelamento craniano (\u201ccranial vault remodeling\u201d), atrav\u00e9s do qual os cirurgi\u00f5es craniofaciais podem remodelar e expandir o cr\u00e2nio. Geralmente, a cirurgia \u00e9 limitada \u00e0 \u00e1rea do cr\u00e2nio pr\u00f3xima \u00e0 sutura acometida e feita em um tempo \u00fanico. O desenho das osteotomias (os cortes feitos nos ossos do cr\u00e2nio) e a forma de se remodelar o cr\u00e2nio variam bastante de acordo com o Centro Especializado, com o cirurgi\u00e3o que vai executar a cirurgia e com o tipo de cranioestenose\/defeito prim\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Por promover uma expans\u00e3o craniana mais ampla, o remodelamento do cr\u00e2nio cursa com resultados mais satisfat\u00f3rios. A refus\u00e3o \u00f3ssea precoce, bem como a recidiva do defeito prim\u00e1rio tamb\u00e9m podem ocorrer, por\u00e9m s\u00e3o mais comuns quando o remodelamento \u00e9 realizado em pacientes muito jovens.<\/p>\n\n\n\n<p>A cirurgia de remodelamento craniano, por envolver amplo descolamento e mobiliza\u00e7\u00e3o de segmentos \u00f3sseos do cr\u00e2nio, apresenta como principal complica\u00e7\u00e3o a hemorragia no transoperat\u00f3rio. Como s\u00e3o crian\u00e7as muito jovens (e portanto pequenas), cujo volume de sangue circulante \u00e9 relativamente baixo, o sangramento durante a cirurgia pode tornar necess\u00e1ria uma hemotransfus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image size-full wp-image-248\"><figure class=\"aligncenter\"><img alt=\"\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.clariceabreu.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/cranio5.jpg\" class=\"wp-image-248\"\/><figcaption>T\u00e9cnicas de remodelamento craniano, com craniotomias mais extensas e com expans\u00e3o craniana ampla.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Tratamento endosc\u00f3pico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alguns Centros Especializados retomaram uma modifica\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica de craniectomia linear. Uma das atualiza\u00e7\u00f5es nesse procedimento \u00e9 o uso de um endosc\u00f3pio (operar atrav\u00e9s de um pequeno tubo). Provavelmente a maior vantagem dessa t\u00e9cnica seja a menor incis\u00e3o no couro cabeludo. No entanto, existe uma desvantagem: o cirurgi\u00e3o tem uma vis\u00e3o limitada do que est\u00e1 acontecendo durante a cirurgia. Al\u00e9m disso, como uma craniectomia linear n\u00e3o leva a um remodelamento craniano, essa t\u00e9cnica exige o uso de \u00f3rteses modeladoras no p\u00f3s-operat\u00f3rio, que podem ser necess\u00e1rias por at\u00e9 um ano ap\u00f3s a cirurgia, para for\u00e7ar as mudan\u00e7as na forma do cr\u00e2nio.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de ser uma t\u00e9cnica considerada \u201cminimamente invasiva\u201d, na verdade h\u00e1 um risco de complica\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 vis\u00e3o do cirurgi\u00e3o mais restrita atrav\u00e9s de uma incis\u00e3o t\u00e3o pequena. Essa vis\u00e3o limitada atrav\u00e9s do endosc\u00f3pio pode dificultar que o cirurgi\u00e3o note uma \u00e1rea de sangramento que necessite ser controlada ou uma les\u00e3o na dura mater (membrana que reveste o c\u00e9rebro) que necessite de reparo.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a necessidade da \u00f3rtese complementar \u00e0 cirurgia torna o resultado do remodelamento craniano mais dependente da \u00f3rtese no p\u00f3s-operat\u00f3rio do que do cirurgi\u00e3o durante a cirurgia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tratamento com molas expansoras (Springs)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com o objetivo de oferecer uma cirurgia menos extensa que o remodelamento craniano convencional para o tratamento das cranioestenoses, foram desenvolvidas na d\u00e9cada de 1990 a molas expansoras, ou springs, que s\u00e3o pequenos dispositivos met\u00e1licos aplicados sobre o cr\u00e2nio com o objetivo de promover uma expans\u00e3o din\u00e2mica do mesmo. A t\u00e9cnica cir\u00fargica envolve uma ou mais craniectomias lineares que v\u00e3o ser lentamente expandidas atrav\u00e9s da for\u00e7a das molas, at\u00e9 que um formato normal do cr\u00e2nio seja alcan\u00e7ado. Desta forma, soma-se \u00e0s craniectomias lineares um dispositivo de expans\u00e3o din\u00e2mica que vai levar ao remodelamento craniano necess\u00e1rio para a corre\u00e7\u00e3o da deformidade craniana&nbsp; subjacente.<\/p>\n\n\n\n<p>A t\u00e9cnica de cranioplastia din\u00e2mica com molas expansoras apresenta como vantagem o fato de ser tecnicamente mais f\u00e1cil de ser executada, uma vez que as osteotomias (cortes sobre os ossos) s\u00e3o mais simples e n\u00e3o h\u00e1 necessidade de mobiliza\u00e7\u00e3o de segmentos \u00f3sseos. Isso leva, por sua vez, a uma diminui\u00e7\u00e3o significativa da morbidade operat\u00f3ria, traduzida por uma menor perda sangu\u00ednea, um menor tempo de anestesia e um menor tempo de interna\u00e7\u00e3o hospitalar, acarretando por fim em um menor custo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, apresenta como desvantagens: a necessidade de dois tempos operat\u00f3rios, um para a coloca\u00e7\u00e3o das molas e outro para a sua retirada; a dificuldade de se predizer exatamente a expans\u00e3o final que ser\u00e1 obtida e o risco de deslocamento das molas, podendo causar exposi\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da pele ou eros\u00e3o \u00f3ssea.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de ser uma t\u00e9cnica que exige uma customiza\u00e7\u00e3o de material espec\u00edfico e uma curva de aprendizado relativamente longa, trata-se de uma t\u00e9cnica cuja aplica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica se expandiu nos \u00faltimos anos, com uma aceita\u00e7\u00e3o cada vez maior nos centros de cirurgia craniofacial.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Idade ideal para a cirurgia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A cirurgia para corre\u00e7\u00e3o de uma cranioestenose pode ser realizada em qualquer idade, incluindo adultos. No entanto, o primeiro ano de vida \u00e9 o per\u00edodo mais favor\u00e1vel \u00e0s interven\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas. Em efeito, \u00e9 a fase de crescimento r\u00e1pido do c\u00e9rebro. A favor de uma corre\u00e7\u00e3o precoce est\u00e3o os seguintes fatores: com a cirurgia precoce, o cr\u00e2nio \u00e9 menos r\u00edgido e mais f\u00e1cil de ser modelado. Al\u00e9m disso, quanto mais jovem o paciente, maior a chance de que pequenos defeitos residuais no cr\u00e2nio sejam reossificados naturalmente pela dura m\u00e1ter. Quanto mais uma crian\u00e7a crescer com uma sutura fechada, mais as outras \u00e1reas do cr\u00e2nio v\u00e3o se expandir compensatoriamente, levando a mudan\u00e7as adicionais da forma anormal do cr\u00e2nio.<\/p>\n\n\n\n<p>A favor de uma cirurgia mais tardia est\u00e3o alguns fatores: a cirurgia pode ser mais segura, sobretudo porque o risco de complica\u00e7\u00f5es por sangramento transoperat\u00f3rio diminui signficativamente com o crescimento do paciente. A chance de recidiva do defeito \u00e9 menor, pois o crescimento adicional do cr\u00e2nio tamb\u00e9m \u00e9 menor, de modo que a corre\u00e7\u00e3o obtida na cirurgia tende a perdurar com o passar dos anos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio avaliar cada paciente e cada deformidade craniana isoladamente e determinar o melhor per\u00edodo e t\u00e9cnica a ser utilizada conforme cada caso. Crit\u00e9rios individuais e familiares devem ser levados em considera\u00e7\u00e3o e discutidos amplamente a fim de se chegar a um consenso sobre o tratamento ideal que ser\u00e1 empregado.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cr\u00e2nio n\u00e3o \u00e9 formado por um osso \u00fanico como se fosse um capacete, mas por \u201cplacas\u201d \u00f3sseas que s\u00e3o unidas entre si por linhas chamadas suturas. As suturas cranianas est\u00e3o presentes para ajudar na modelagem da cabe\u00e7a durante o parto e tamb\u00e9m na modelagem da cabe\u00e7a em crescimento. 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